As revistas foram entregues à bibliotecária Rosilene Benevides
e à diretora Rosilene Araújo
e à diretora Rosilene Araújo
A Biblioteca da Floresta/FEM doou, na última segunda-feira, 2, alguns exemplares da revista “Memórias da Floresta – Movimentos Socioambientais do Acre” à biblioteca da escola Leôncio de Carvalho. A entrega aconteceu na escola, com a presença de 14 estudantes monitores de classes, a diretora da escola, Rosilene Araújo, e a bibliotecária Rosilene Benevides.
Durante
a entrega das revistas, o diretor da Biblioteca, Marcos Afonso Pontes, incentivou os
alunos a se manterem como leitores assíduos, "pois a leitura garante o sucesso
pessoal e profissional do indivíduo".
“Quem lê muito conta grandes histórias. Quando vocês tiverem oitenta anos terão histórias riquíssimas para contar a seus netos. Isso não é maravilhoso?”, completou o diretor.
“Quem lê muito conta grandes histórias. Quando vocês tiverem oitenta anos terão histórias riquíssimas para contar a seus netos. Isso não é maravilhoso?”, completou o diretor.
Os jovens escutavam com atenção a conversa sobre "Dom Casmurro",
"Meu pé de laranja lima" e outros clássicos da literatura
Bem cuidada pela equipe da escola, especialmente pela bibliotecária, a biblioteca é muito frequentada pelos alunos, que podem fazer
empréstimos do seu acervo: “Eles preferem histórias de aventura e suspense, mas
aos poucos vão consumindo alguns clássicos também. Tenho alguns alunos que
chegam a ler um livro por semana”.
O gosto dos alunos pela leitura reflete nos
bons resultados da escola, que esse ano ficou em 3º lugar no prêmio “Gestão
Escolar”. Segundo a diretora, o objetivo é que no ano que vem a escola seja a
grande vencedora.
A publicação contém as memórias de heróis anônimos
que agora podem
ser conhecidos pelos alunos da escola Leôncio de Carvalho.
ser conhecidos pelos alunos da escola Leôncio de Carvalho.
Memórias
da Floresta
A
revista “Memórias da Floresta – Movimentos Socioambientais do Acre” foi
produzida pela Biblioteca da Floresta em 2010 e reúne relatos de índios, seringueiros e ribeiros, além de pessoas envolvidas com questões socioambientais. Esses
depoentes são considerados “sábios da floresta”. A publicação está disponível
para pesquisa no nosso acervo e no site da Biblioteca da Floresta.
(Por Anaís Cordeiro)
(Por Anaís Cordeiro)
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