quinta-feira, 31 de maio de 2012

229 CRIANÇAS NA BIBLIOTECA DA FLORESTA!


Na última quarta-feira, dia 24 de maio, a Biblioteca da Floresta recebeu a visita de alunos entre 4 e 5 anos da Escola Ana Turan Machado Falcão. No total foram 229 crianças, sendo que 120 visitaram a Biblioteca pela parte da manhã, e 109 à tarde.

Segundo a diretora Fernanda da Costa Ferreira, a escola Ana Turan está desenvolvendo o projeto “Vida de Índio”, que visa estreitar os laços dos seus alunos com cultura e costumes indígenas. De acordo com a diretora, “As crianças têm que conhecer melhor a cultura indígena e ter um contato visual sua arte.”.

Os estudantes também puderam visitar conhecer um pouco do ZEE, Zoneamento Ecológico Econômico. Para explicá-lo, os estagiários da Biblioteca tiveram todo o cuidado de utilizar uma linguagem simples e exemplos do dia-a-dia das crianças.

Depois de terem visitado todos os espaços, assistido desenho e aprendido sobre lendas e costumes indígenas, os alunos puderam desfrutar de um piquenique organizado carinhosamente pelos funcionários da escola, no jardim da Biblioteca da Floresta.


(1)  Diretora e Coordenadora da Escola “Ana Turan”, Fernanda Ferreira e Antônia Roseli.
(2)  Diretor da Biblioteca da Floresta, Professor Marcos Afonso, cumprimenta e conversa com as crianças.
(3)  (4) (5) (6) Alunos guiados pelos estagiários da Biblioteca


quarta-feira, 30 de maio de 2012

Sociedade PHILOSOPHIA, neste sábado, 2 de junho.


Filósofos e filósofas!


Neste sábado, dia 02, na Biblioteca da Floresta, 16h00:


- O Filósofo KANT - Introdução.

Participe, leve seus amigos e amigas!

Marcos Afonso

Moderador Geral da Sociedade Filosophia

segunda-feira, 28 de maio de 2012

TOCANTINS: HOMEM, MEMÓRIA E ACERVO

(Parte I)
TEXTO DE LIBÉRIO SOUZA, Diretor do Patrimônio Histórico do Acre.


“O Acre é a grande conquista do seringueiro, o seu lar certo dia ameaçado e defendido com ‘sangue suor e lágrimas”.





Leandro Tocantins
 



             Minha memória empresta cenas como se tudo tivesse acontecido há apenas alguns dias, no máximo alguns meses. Refiro-me a maio de 2002 quando visitei e conversei longa e atentamente com o advogado, jornalista e historiador, por opção, Leandro Goes Tocantins no seu apartamento, em Laranjeiras, na cidade do Rio de Janeiro. Sinceramente não tinha noção de que pessoa encontraria pela frente. Sem julgamentos prévios, é claro.
            Após contato anterior segui para o endereço informado. De repente me deparei com um sujeito de 83 anos, muito educado, olhar firme, lúcido e sereno. Como falo muito, logo quebrei o gelo. O propósito naquela oportunidade (o Governo o Estado celebrava o centenário da ‘Revolução Acreana’), era levar o convite do então Governador Jorge Viana para que Leandro viesse a Rio Branco palestrar sobre suas pesquisas e obras referentes à nossa história e, ao mesmo tempo,  homenagear o escritor, proporcionando para a comunidade acadêmica e demais segmentos interessados da sociedade, um evento onde todos pudessem igualmente não apenas conhecer o autor (de Formação Histórica do Acre) de perto, mas absorver a essência da obra através das sua própria fala e depoimento.  A conversa fluiu e quase não teve fim. Ele prontamente aceitou o convite afirmando: “Nunca esqueci o Acre, fiz bons amigos lá e sempre fui muito bem recebido”. Nunca esqueci a frase.
            Como o diálogo se alongou, ele resolveu perguntar se eu conhecia suas obras. Não hesitei e respondi que sim imaginado que ele se referia à Formação Histórica do Acre (obra que já li pelo menos três vezes); Euclides da Cunha e o Paraíso Perdido; Estado do Acre: Geografia, História e Sociedade e O rio comanda a vida, não muito mais que isso. Eis que, em seguida, pediu licença do ambiente em que estávamos e retornou com um calhamaço de livros. Confesso que fui pego de surpresa e não tendo outra saída, perguntei: “Tudo isso é sobre o Acre? Pacientemente comentou sobre algumas obras e revelou um número surpreendente de publicações. Lembrou repentina e enfaticamente que estava concluindo a produção do seu mais novo livro (se não me falha a memória intitulado: Alcance da Vida). Também falaremos depois sobre isso.
            Entretanto, como não é sobre a obra em si que vamos tratar, deixemos para outra oportunidade a intenção latente de falar especificamente sobre o assunto. Haverá tempo e momento oportuno para fazê-lo, mas em outra ocasião. O certo é que acometido por sérios problemas de saúde (que o mesmo tratou de manter reservada e sigilosamente) a sua vinda ao Acre não se concretizou. Certamente seria a última visita. Dias depois lamentou por telefone e agradeceu gentilmente o convite que lhe havia sido feito.
            E hoje (coincidentemente também no mês maio, mas oito anos depois), me deparo agora mergulhado juntamente com a equipe do DPHC e da Biblioteca da Floresta entre livros, correspondências pessoais e oficiais, fotografias, objetos de uso pessoal, ilustrações, slides, negativos e dezenas de outros papéis que outrora estiveram sob o domínio, investigação e servindo em mãos como objeto de reflexão para o escritor Leandro Tocantins. Vivencio exatamente o que minha profissão oportunamente me oferece realizando o que todo pesquisador gosta de fazer. Digo isso por que nos últimos anos tenho destinado longos momentos do meu tempo às leituras e releituras de textos e obras acerca da nossa complexa, mas instigante historiografia.
            É claro e evidente que não há concordância nem aceitação sobre tudo o que foi produzido ou que de alguma forma tivemos a oportunidade de acessar ao longo de várias pesquisas, estudos e reflexões. Temos nossas próprias visões, convicções e referenciais. Todavia, mantemos o principio do respeito aos outros olhares e abordagens, divergentes ou que segam outra linha de raciocínio.
            Independentemente disso e retomando a história do volumoso material exposto sobre as mesas, cadeiras, armários e caixas-arquivo, nos vêm à lembrança imediata a proposta do professor Marcos Afonso (diretor da Biblioteca da Floresta) de trazermos para o Acre o acervo bibliográfico do referido escritor. Não tinha muito que dizer ou fazer a não ser concordar com a idéia já que ela era muito atraente e resultaria no enriquecimento do nosso acervo sobre a Amazônia. Embora desconhecesse a qualidade do material existente. Afinal de contas qual dentre os escritores se debruçou com tamanha profundidade, esforço e afinco, dedicando tanto tempo da sua vida à pesquisa, produção de conhecimento e publicação sobre a região? E sobre o Acre, especialmente?

Veja a recente matéria no Blog Varal de Idéias: www.varaldeideias.com


sexta-feira, 25 de maio de 2012

CANAL FUTURA VISITA BIBLIOTECA


Por: Pryscila Carvalho

Gilson Mendes, Vinícius Penelas e Gustavo Chermont



A Biblioteca da Floresta recebeu nesta quinta, 24, a equipe do Canal Futura, que se encontra no Acre para realização de matéria sobre “Florestabilidade”. Ela percorreu, filmou e registrou todos os espaços que sintetizam a memória da luta socioambiental no Estado e os mecanismos de promoção do diálogo entre os saberes.

“Estou encantado... Não sabia que uma biblioteca poderia ter tantas informações, mais parece um museu com a quantidade de acervos que possui”, afirmou Vinícius Penelas, cinegrafista do Canal Futura. 

TEATRO NA BIBLIOTECA DA FLORESTA


Equipe da Biblioteca e artistas selam parceria em prol da arte

A Biblioteca da Floresta é uma incentivadora da arte e da cultura. Nesse sentido, na última quinta, 24 de maio, foi definida uma parceria entre ela e a comunidade com o objetivo de efetivar suas ações na arte-educação. Várias experiências teatrais serão desenvolvidas com escolas, estudantes, usuários e artistas da área.

Colaboradora da Biblioteca, a arte-educadora Ozi Cordeiro (e sua equipe de artistas voluntários) estará realizando inúmeras montagens de teatro de sombras, além dos ensaios finais da peça de sua autoria “Desejos de Catirina”, em sua terceira montagem.

De acordo com Ozi Cordeiro: “A Biblioteca realmente faz muito bem um diálogo entre linguagens. Existe espaço pra que nós possamos cruzar informações, técnicas, e principalmente trabalhar com pessoas da comunidade. Estou trabalhando com alguns alunos de artes cênicas da UFAC que tem a oportunidade de realizar a teoria na prática.”. 

terça-feira, 22 de maio de 2012

RIO + 20 na Biblioteca da Floresta

Por: Pryscila Carvalho
Fotos: Andressa Sena


A Biblioteca da Floresta, por ser uma usina de discussão sobre sustentabilidade, foi o palco escolhido pelo Gabinete do Senador Jorge Viana para a realização de uma conversa sobre a RIO +20, que reuniu no auditório da Biblioteca um público bastante qualificado de professores, acadêmicos, pesquisadores, intelectuais, ambientalistas e outros interessados.

A RIO+20 é uma Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, que acontecerá entre os dias 13 e 22 de junho de 2012, na cidade do Rio de Janeiro. Ela recebeu esse nome por fazer vinte anos da Conferência RIO 92. Seu  principal objetivo é reforçar as propostas da RIO92 e o compromisso com o desenvolvimento sustentável.

Neste sentido, o Senador Jorge Viana idealizou a conversa sobre a RIO +20 no dia 18, sexta-feira, organizando uma mesa composta pelo pesquisador Dande Tavares, da WWF; o professor da Ufac, Écio Rodrigues; o pesquisador da Embrapa, Judson Valentim; o jornalista Toinho Alves e o secretário de Meio Ambiente do Acre, Edergard de Deus, mediados pelo próprio Senador.
                                                                                                                         
    
Integrantes da mesa redonda


O bate-papo “Duas horas de conversa sobre a RIO+20”, abordou diversos temas como a sustentabilidade, povos indígenas, recursos hídricos, desmatamento e economia verde. O encontro serviu como subsídio à participação do Acre no evento, já no Acre “ as ações de desenvolvimento sustentável que estão sendo executadas são um bom exemplo de diálogo entre a sociedade e o meio ambiente, experiência que enriquecerá a Conferência”, afirmou Jorge Viana.
                                               

Público qualificado no debate





quarta-feira, 16 de maio de 2012

"O papo é Escotismo" na Biblioteca da Floresta

Nesta quarta 16, acontecerá a Reunião do Escotismo, com o ministrante André Bracciali.
"O papo é escotismo" é o assunto do evento que começa às 18h30 no auditório da Bibliotaca da Floresta. Todos estão convidados a participar!


Ministrante André Bracciali



segunda-feira, 14 de maio de 2012

Feliz dia das Mães!


Por: Priscila Carvalho

Ser mãe é uma arte, é a realização de um sonho, uma fase de muitas comemorações e alegrias. Uma data marcada para homenagear as diversas mamães que existe: loiras, morenas, ruivas, gordas, magras, baixas e altas, mas acima de tudo, aquela que ama incondicionalmente.

Dessa forma que a Biblioteca da Floresta juntamente com a Rádio Humanizar realizou nesta sexta-feira 11, uma grande homenagem a todas as mamães que estavam presentes. Foi em meio a brincadeiras e melodias que Vanessa Oliveira e o violinista Miqueias Haluen trouxeram uma linda mensagem que emocionou a todos.

Era possível ver nos olhos das mães a satisfação e a importância que essa data tem na vida delas. E é pensando na felicidade das mamães que a Biblioteca participa e promove esses eventos com muito carinho e apoio de pessoas envolvidas nesses projetos. Uma grande honra, dedicar um tempinho às mamães que receberam a mensagem com toda atenção e amor que só elas têm.

Fotos: Ted (Secretaria de Humanização)




sexta-feira, 4 de maio de 2012

Rede Banzeiro promove "Oficinas de Verão" na Biblioteca da Floresta



Banzeiro é uma expressão regional usada para nomear o movimento das ondas provocadas pelas embarcações. A expressão inspirou a criação da “Rede Banzeiro”. Ela é articulada por artistas acreanos que decidiram se unir com o objetivo de fortalecer, ampliar, e  dar visibilidade à cultura local.

A ação inicial da Rede será a realização das Oficinas de Verão, que servirão de subsídios para o debate, promoção e fortalecimento da identidade cultural acreana. Em sua primeira etapa, serão oferecidas cinco Oficinas: Estêncil fotográfico, do artista visual Jessé Luis; Art e Decor (com reciclados) da artista visual Deusa; Canto Popular com a cantora Kelen Mendes; Produção Fonográfica (básico de áudio), com a produtora Larissa Pontes e Introdução à Lendologia, com o músico e compositor Clenilson Batista.

A Biblioteca da Floresta tem o prazer de apoiar a iniciativa e estará sediando as Oficinas que vão do dia 21 de Maio a 1 de junho. O investimento é de R$ 100,00 (Cem reais) por oficina e as inscrições estão sendo feitas na própria Biblioteca, de 14 a 18 de maio, das 18h às 20h.

Para mais informações, os interessados podem acessar a página  “Oficinas de Verão” – Etapa I no faceboock, ou mandar um e-mail para larifayal@gmail.com.


quinta-feira, 3 de maio de 2012

Sociedade PHILOSOPHIA, neste sábado, 05 de maio.

Filósofos e Filósofas!
Reunião da Sociedade Philosophia.
Neste sábado, 5 de maio, às 16h00,
na Biblioteca da Floresta.
 
“A beleza das coisas existe no espírito de quem a as contempla”
David Hume




Participe! Traga seus amigos!

Marcos Afonso
Moderador Geral da Sociedade de Philosophia



Hoje é o Dia do SOL e do SOLO!

Hoje, 3 de maio, é o dia do Sol e do Solo.

A Biblioteca da Floresta ofereceu aos seus usuários copos sanfonados reutilizáveis de plásticos para evitar os descartáveis, que causam danos ao meio ambiente.


Professor Marcos Afonso, diretor da Biblioteca, realiza rápido diálogo com usuários.


Os copos foram entregues junto com cartões comemorativos .


Clara, estagiária da Biblioteca entrega copo ao usuário, Ítalo .

Neste dia tão especial, oferecemos para a nossa Estrela, a singeleza dos Beatles: HERE COMES THE SUN



E para o nosso Chão, a energia poética de Chico Buarque e Milton Nascimento: CIO DA TERRA