quinta-feira, 29 de maio de 2014

Pesquisa auxilia alunos para Olimpíada de Língua Portuguesa 2014


50 alunos estiveram presentes na Biblioteca da Floresta 
                               
Com caderno e lápis na mão, os alunos do 5º ano da Escola Juvenal Antunes, anotaram todas as informações que obtiveram em visita à Biblioteca da Floresta/FEM, na tarde da quinta-feira, 29.

Estagiário da Biblioteca apresenta a exposição sobre a Resex Chico
Mendes
A pesquisa exploratória visa contribuir para a preparação dos alunos que irão participar da Olimpíada de Língua Portuguesa 2014, que nas sua 4ª edição adota o tema "O lugar onde vivo". A passagem dos alunos pela Biblioteca também contempla o projeto “Conhecendo nossas raízes”, uma adaptação da temática da olimpíada, feita pela escola.

Segundo as professoras Marineide de Souza (45) e Lucyelen Nogueira (28) a Biblioteca da Floresta foi o espaço escolhido para visita como parte do processo preparatório às olimpíadas, por preservar a história e ressaltar a cultura acreana.

“Escolhemos esta Biblioteca porque ela conserva toda nossa história, costumes, valores e  crenças da região norte e esse conteúdo ajudará os alunos a escreverem os textos pedidos nas Olimpíadas”, disse a professora Lucyelen, responsável pelos alunos da turma 310.


As crianças conheceram a fachada da simulação
da Casa do Seringueiro

(Por Leandra Haerdrich)

Biblioteca da Floresta é fonte de pesquisa para estudantes da capital

Em busca de informações sobre povos indígenas da região norte, a turma do 9° ano do Ensino Fundamental da escola Mário de Oliveira esteve na Biblioteca da Floresta, na manhã da terça-feira, 28.

Acompanhados pelo professor de Ciências, José Césio, tinham o foco na produção indígena ligados à química e também a saúde. Posteriormente, farão aprofundamento das pesquisas com os livros disponíveis no acervo.

Conhecer objetos indígenas auxilia no projeto
A visita se estendeu a outros espaços como o “Povos da Floresta”, exposição composta por informações e objetos que retratam a origem do povo acreano representada por índios, seringueiros e ribeirinhos, que também deve contextualizar nas produções.

“A biblioteca será a principal fonte de recursos para compor essa pesquisa, pois, aqui encontram-se informações primordiais sobre os povos da floresta, em especial os índios, que são o alvo da pesquisa”, destaca o professor.

Os estudantes ainda conheceram a atual exposição “Resex 24 anos” e assistiram no auditório o documentário “Yanawá: A força de um povo”, obra do cinema indígena disponível no acervo da instituição.

Esther encantou-se com povo Yanawá
Esther Nascimento (13) ficou encantada ao ver a história, vida e costumes da etnia Yanawá, que vive às margens do Rio Gregório (Tarauacá-AC). “Não conhecia, nem tinha informação alguma sobre esse povo. O documentário expandiu nossa visão para conhecer e respeitar às culturas que não temos acesso”, diz.

Já os estudantes Marcos Adriano e Taynara Lemos (14) destacam outros aspectos das obras do acervo indígena. “Principalmente as pinturas, “Nixi Pae”, impressionam pela beleza e simbologia”, comenta Marcos.

“As informações passadas pelos guias sobre história, cotidiano, modo de produção e vida dos povos da floresta serão a base para iniciarmos nossa pesquisa”, explica Taynara.

Estudantes voltarão para aprofundar estudos



 Confira outras imagens: 







(Por Raquel Castro)

Porto Acre homenageia mulheres e homens da floresta

Dora Torôca, ex-seringueira de 105 anos recebe homenagem (Foto Luciano Pontes/Secom)
Dona Torôca, ex-seringueira de 105 anos, recebe homenagem (Foto Luciano Pontes/Secom)
“Ela tem 105 anos!”. Impressiona a força de Dona Torôca, maneira como gosta de ser chamada a ex-seringueira Francisca Pereira da Costa, carregando no corpo, mesmo envergado, as marcas do duro tempo vivido. Ela e outros sete ex-seringueiros foram homenageados pela cidadania de Porto Acre no último fim de semana, 24.
“Cresci trabalhando no corte da seringa e quebrando castanha, fazendo farinha, colhendo lavoura”, conta Dona Torôca – a mesma rotina narrada pelos demais homens e mulheres da região cujas idades já superam os 70 anos.
A informação quanto à idade da ex-seringueira veio de Francisco Alves Feitosa, 79. Ele é do seringal Canadá, em Feijó (AC), começou a cortar seringa aos nove anos, casou e teve filhos ali, porém, as dificuldades de transporte para produtos que cultivava forçaram a mudança para o seringal Andirá (AM), que tinha escoamento para Rio Branco.
Francisco Sena (Cacique) foi presenteado com um livro sobre a arquitetura das construções dos seringais, escrito por Marlúcia Cândida (Foto: Luciano Pontes/Secom)
Francisco Sena (Cacique) foi presenteado com um livro sobre a arquitetura das construções dos seringais, escrito pela primeira-dama Marlúcia Cândida (Foto: Luciano Pontes/Secom)
Mais de um século de história esteve reunido naquela solenidade, iniciada ao som do Hino Acreano. Em palestra com o tema “A Importância dos Seringais na Formação Histórica do Acre”, Marcos Afonso Pontes, diretor da Biblioteca da Floresta/FEM, fez a memória de fatos, legados, reflexos da presença e ação desses habitantes da floresta.
“Eu me sinto honrado por ter recebido o convite para estar aqui em Porto Acre nesta solenidade. Primeiro, porque minha família é daqui. Além disso, por estar sendo feita justiça a essas mulheres e esses homens. Estamos diante da verdadeira história viva”, disse.
Entre as emoções daquela noite, o encontro de Marcos Afonso com o tio Francisco de Sena Souza, o Cacique, trouxe recordações ao homem, que é visto como o carpinteiro da família e por ele próprio como “alguém que ama o lugar que habita”.
Das tantas menções ao passado que Cacique também viveu no seringal Pirapora, onde nasceu e ainda reside, destaca: “Quando o Marcos falou que as pessoas vinham para o Acre, para essa região, por causa de duas árvores, a seringueira e a castanheira, eu pensei que já havia sido derrubada mais da metade. É uma dor grande saber que toda aquela riqueza tenha sido destruída”.
A solenidade é o cumprimento da terceira etapa do projeto “Legados Fluídos Jamais Serão Esquecidos”, coordenado pelo historiador, Adalberto Fernandes Martins. A cada dois meses, um grupo composto por diferentes profissionais, moradores da cidade, organiza-se para homenagear pessoas de destaque histórico na cidade de Porto Acre ou no estado.

Paisagista libanesa visita Biblioteca da Floresta

Paisagista diz encontrar na biblioteca a base de sua profissão
A Biblioteca da Floresta/FEM recebeu na tarde desta terça-feira, 27, a visita da paisagista libanesa, Cristine Youssef, 24. Acompanhada pela tia acreana Diana Bezerra, Cristine ficou impressionada com a riqueza informacional da Biblioteca da Floresta.

Acervo da instituição conta com mais de 5 mil exemplares
Cristine acredita que a experiência de vir à Biblioteca servirá como base para sua profissão. “Fiquei impressionada com o engenho da noção de interação social, econômica e florestal do Acre. Os conhecimentos sobre Chico Mendes e a história desta região contribuirão muito pra minha carreira” diz.

Diana, a tia de Cristine, decidiu trazer a sobrinha à  Biblioteca da Floresta para apresenta-la à identidade acreana. “Trouxe ela na biblioteca porque sei que aqui é um espaço que expressa toda a cultura regional, que informa sobre esse mundo tribal”.

A paisagista está no Acre pela primeira vez e já planeja voltar à Biblioteca da Floresta e trazer suas irmãs para contemplarem os espaços do local.
Visitantes conheceram exposição sobre reserva extrativista 


(Por Leandra Haerdrich)

Geógrafa holandesa traz família para conhecer Biblioteca da Floresta

"A reserva é fantástica", diz geográfa
A geógrafa holandesa Fronika de Wit, 31, trouxe na tarde de segunda-feira, 26, seus pais, o arquiteto Peter de Wit, 62 e a enfermeira Agnes de wit, 60, para conhecerem a Biblioteca da Floresta. Nesta ocasião a família holandesa pode apreciar a atual exposição da Biblioteca “Resex 24 anos Afirmando os Ideais dos Trabalhadores da Floresta”.

Residentes da cidade de Odijk, na Holanda, Peter e Agnes vieram visitar a filha, Fronika, que mora na capital acreana há três anos. Ambos ficaram encantados com todos os espaços da Biblioteca da Floresta.

Artefatos indígenas chamam atenção
Para o pai da geógrafa, Peter de Wit, aprender mais sobre as etnias indígenas, na biblioteca, foi muito produtivo. “É maravilhoso saber sobre as culturas indígenas e suas etnias, achei muito bom vir aqui”, ressalta.

“O tamanho da canoa é incrível, ela é muito bonita, estou impressionada com tudo aqui” disse Agnes, mãe de Fronika, após visita no Espaço Povos da Floresta, localizado no segundo piso da instituição.

Fronika que atualmente trabalha como geógrafa na Secretaria Municipal de Meio Ambiente-SEMA, admira a iniciativa da Biblioteca da Floresta em sediar a exposição sobre a Resex Chico Mendes. “Muito bacana a ideia da exposição sobre a Resex, ela é fantástica”, diz.


(Por Leandra Haerdrich)

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Alunos de Ensino Fundamental conhecem lenda do Curupira na Biblioteca da Floresta

Cerca de 100 alunos da Escola Governador José Augusto
estiveram na visita. (Fotos: Valéria Santana e Leandra Haerdrich/
Biblioteca da Floresta/FEM)
Na segunda edição, o projeto “Lendas Amazônicas” levou na sexta-feira, 23, os alunos do terceiro ano do Ensino Fundamental da Escola Governador José Augusto, dos turnos manhã e tarde, para conhecerem a Biblioteca da Floresta/Fundação Elias Mansour (FEM).

A lenda do Curupira, apresentada pelo grupo da Usina de Humanização da Biblioteca, foi inspirada na obra “O curupira e o equilíbrio da natureza” do autor Samuel Murgel Branco.

Logo na chegada, a primeira surpresa esteve na recepção feita pelo diretor da Biblioteca juntamente com membros da Usina de Humanização devidamente caracterizados sinalizando o que viria a seguir.

Cada ambiente apresentado despertava um olhar curioso dos pequeninos, mas o acervo cativou também os professores. As fotos, os objetos, os ouriços e castanhas que compõem a exposição “24 anos da Reserva Extrativista Chico Mendes”, tocaram a professora Raimunda Nonata Guedes, que ao passar por ali não conteve as lágrimas.

Emocionada, contou quanto cada ambiente relembrava o período em que a professora acompanhava a mãe, quebradeira de castanha, às usinas de beneficiamento.

“Eu peço que as pessoas que conhecerem esse espaço, não deixem que ele morra, mantenham esse lugar pra que as gerações que vão vir depois da gente possam saber que nós vivemos isso de verdade, que foi dura a nossa história e que nós contribuímos pro estado chegar até aqui”, diz.


O projeto “Lendas Amazônicas” iria além da visitação guiada, culminou com a apresentação do teatro de fantoches. Entre canções e mensagens de preservação, que explicavam de que forma a natureza se equilibra, as crianças se encantaram com a lenda do Curupira.
Os alunos contemplaram todos os espaços da Biblioteca
da Floresra
(Por Valéria Santana)

Oficina de “Ética e Cultura no Tempo e no Espaço” abre curso oferecido aos Creas

A oficina contou com a presença de assistentes sociais,
psicólogos e conselheiros tutelares
A oficina ministrada pelo professor Marcos Afonso Pontes, para os técnicos dos Centros de Referência Especializado em Assistência Social (Creas) de cinco municípios do Acre, no dia 26 de maio.

A atividade realizada na Biblioteca da Floresta/ Fundação Elias Mansour (FEM) esteve contemplada na programação do curso “SUAS e a oferta de serviços de proteção social de média complexidade” organizado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Seds).

Os participantes – assistentes sociais, psicólogos, conselheiros tutelares - vieram de Cruzeiro do Sul, Feijó, Tarauacá, Sena Madureira e Rio Branco, todos ligados ao Serviço de Proteção Social Especial do Sistema Único de Assistência Social (Suas).

Segundo Olívia Carvalho, técnica do Departamento de Proteção Social Especial da Seds e responsável pela capacitação, as temáticas da oficina envolveram a essência do trabalho cumprido nos Centros.

Conselheira tutelar em Rio Branco-Sirlene Cavalcante
“Essa oficina tem muito, praticamente, tem tudo a ver com nosso trabalho. Esse curso faz parte de uma série de capacitações que nós estamos realizando [...]. E nós trabalhamos diretamente com Direitos Humanos e uma oficina como essa pra abrir esse curso, vem ao encontro de tudo que nós estamos desenvolvendo.

Durante o intervalo, Sirlene Cavalcante (39), conselheira tutelar em Rio Branco, comentou sobre a validade das provocações feitas em relação práticas de atendimento onde atua.

“Foi legal a metologia utilizada pelo professor. É interessante pensar as relações como um todo e fortalece quem trabalha na rede protegendo as crianças”, disse.


Damares Andrade, assistente social em Tarauacá, concorda com a colega e afirma que é no dia a dia do trabalho que se aplica a importância da postura ética.

Função dos Creas

Nos Creas o trabalho é de prestar apoio, orientação e acompanhamento a famílias com um ou mais de seus membros em situação de ameaça ou violação de direitos. Além disso, também destinam a mesma atenção a pessoas em situação de rua e usuários de drogas.



(Por Valéria Santana)

terça-feira, 20 de maio de 2014

Representantes do projeto “Bibliotecas em Rede” visitam Biblioteca da Floresta


Representantes do projeto “Bibliotecas em Rede” experimentaram conhecer o cotidiano da Biblioteca da Floresta/ Fundação Elias Mansour (FEM), na segunda-feira, 19. A coordenadora e duas consultoras tem vínculo com a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

As visitantes se encantaram com a proposta 
Todos os aspectos observados na visita serão bagagem para a ação que o grupo cumprirá no estado de Sergipe em parceria com o Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP). O projeto piloto será vivenciado por seis bibliotecas sergipanas.

Durante a visita, as perguntas mais frequentes envolviam gestão, atendimento e acessibilidade disponíveis no espaço que se propõe a ser casa de conhecimento sobre florestania.

Guiadas pelo professor Marcos Afonso, diretor da Bilbioteca da Floresta/FEM, e acompanhadas por Helena Carloni, diretora da Biblioteca Pública Estadual do Acre, foram apresentadas ao acervo.

De acordo com Tereza Melo, coordenadora do projeto na UFSCar, a inclusão da Biblioteca da Floresta/FEM entre as visitas que percorrem o Brasil, se justifica pelo trabalho acreano com foco voltado para os povos da floresta.

Elas conheceram o acervo e a diversidade de ambientes
O grupo foi conduzido pelas exposições permanentes e temporárias, passarou pelo Varadouro Chico Mendes, caminho que se faz pelas escadas do prédio até chegar ao espaço Povos da Floresta, onde viram artefatos indígenas, ribeirinhos, seringueiros.

A coordenadora comentou sobre o conceito adotado que pulsa a floresta dentro de um espaço urbano. Forma que leva a comunidade usuária a reconhecer a própria história retratada nos ambientes.

“O que encontramos aqui foi uma prática encantadora, porque facilmente você reconhece que o local trouxe pra si as marcas do seu território e é inspiradora porque encontramos propostas diferentes”, complementa.


(Texto Valéria Santana/ Fotos Raquel Castro)

Família faz pesquisa no acervo indígena da Biblioteca da Floresta

Busca por acervo indígena aumenta a cada dia
Para auxiliar o filho, Igor, na elaboração de trabalho escolar sobre os povos indígenas, o casal Frankelin Paiva e Anne Greice resolveu consultar o acervo da Biblioteca da Floresta, na manhã desta terça-feira, 20.

Paiva, descendente da etnia Nauas, disse estar satisfeito por encontrar um espaço voltado para o estudo dos nativos. “Encontramos a biblioteca como fonte provedora de conhecimento. Como descendente do povo indígena fico feliz em saber que há vasta gama de informações disponíveis nesse espaço”, conta.

A mãe, Anne Greice, junto ao filho, auxilia na coleta das informações necessárias para o trabalho que contará a história de povos que também fazem parte de sua origem.

O acervo da Biblioteca da Floresta é composto por mais de 5 mil exemplares de títulos, entre livros e dvds, voltados aos temas da Amazônia e do Acre. No segundo piso, há o espaço Povos da Floresta, onde se encontra representada a identidade acreana por meio de objetos e informações sobre índios, seringueiros e ribeirinhos.


(Texto e fotos Raquel Castro)

Alunos do programa EJA visitam Biblioteca da Floresta

Aula de história aconteceu na Biblioteca da Floresta
Alunos do Centro de Educação de Jovens e Adultos (CEJA) visitaram a Biblioteca da Floresta na tarde de segunda-feira, 19. Acompanhados pela professora de História, Jascimar da Silva, 30, a visita tinha como objetivo salientar os conhecimentos acerca da ocupação do território acreano – atual conteúdo do currículo escolar.

Para a estudante Sara Freitas, 17, visitar a Biblioteca da Floresta/FEM teve a função de apresentá-la ao modo de vida dos seringueiros. “Achei incrível saber como os seringueiros viviam, a forma de extração da borracha e até como eles moravam”, diz.

Já para a estudante Nataly Gomes, 21, que nasceu no seringal Envira, a simulação da casa dos seringueiros situada no Espaço Povos da Floresta, fez com que ela recordasse as suas origens. “Na casa dos seringueiros, pude relembrar toda minha história, vou trazer meus filhos a esse espaço assim eles saberão como eu vivia”, ressalta.

A professora decidiu trazer os alunos à Biblioteca da Floresta/ FEM motivada pela própria experiência. “Eu já conhecia os espaços daqui, porque sempre venho estudar e também já trouxe uma turma de outra escola” comenta.


(Por Leandra Haerdrich)

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Alunos e técnicos do SENAC participam de oficina na Biblioteca da Floresta

Oficina promovida para técnicos e alunos do SENAI
A Biblioteca da Floresta/FEM promoveu, nesta semana, mais uma oficina “Ética e Cultura no Tempo e no Espaço” para os técnicos e estudantes do SENAC/SENAI.  A palestra que é ministrada pelo professor e jornalista Marcos Afonso Pontes, objetiva contribuir na preparação dos alunos para a Olimpíada do Conhecimento realizada pelo SENAI a cada dois anos.

A biblioteca comportou em seu auditório 70 pessoas, distribuídas entre técnicos do SENAI e alunos dos cursos de Técnico em Enfermagem, Revestimento Cerâmico, Panificação, Mecânico de Automóveis, Eletricista Instalador Predial, entre outros.

O auditório da biblioteca comportou 70 participantes da oficina
Vânia da Costa, 25, aluna do curso Técnico em Enfermagem acredita que a palestra ajudará muito no desempenho dos alunos na olimpíada. “Esta oficina é muito interessante e ajudará muito agente para participar das olimpíadas, ela é dinâmica e trata de conhecimentos diversos, ou seja, tudo o que for cair na prova”, salienta.

Já para a aluna, Ana Cristina também de Técnico em Enfermagem, a oficina “Ética e Cultura no Tempo e no Espaço”, deveria ser assistida por toda a sociedade. “Esta palestra tinha que ser vista por todo mundo porque ela além de falar de comportamento, ética e cultura, também conscientiza as pessoas sobre o meio ambiente”, diz.

Ana Cristina e Vânia da Costa elogiam palestra

“A palestra nos estimula a pensar e agirmos na nossa vida social, nos ajuda a ver o mundo com um olhar mais profundo”, disse o aluno de Revestimento Cerâmico, Rodrigo Ribeiro, 16, muito entusiasmado após assistir a oficina.

Rodrigo Ribeiro, acredita que palestra irá ajuda-lo na
Olimpíada do Conhecimento

(Por Leandra Haerdrich)

Biblioteca da Floresta apresenta “Semeando Histórias” em projeto de leitura

Grupo da Usina de Humanização da Biblioteca da Floresta
se apresenta para alunos
Na manhã dessa quinta-feira, 16, o grupo de teatro da Usina de Humanização da Biblioteca da Floresta se apresentou na Escola Estadual Profª Terezinha Migueis, como parte da programação do projeto de leitura “Viajando no Mundo da Leitura – Escrita e Tecnologia”.

O “Semeando Histórias” é o terceiro eixo do projeto “Plantando Livros” e consiste em disseminar a leitura no ensino infantil dialogando com temas como florestania, sustentabilidade e meio ambiente.

Para o público de 300 estudantes do 6º e 7º ano e do projeto Poronga foram apresentadas três lendas amazônicas: “A Estrela”, “O Caiarara” e “O Despertador do Pajé”.

Diretor da escola, Jó Paulino e diretor da Biblioteca da Floresta,
Marcos Afonso Pontes
De acordo com diretor da escola, Jó Paulino, a ideia é que o hábito de leitura seja despertado nas crianças. “O intuito é que elas possam viajar, se colocar no lugar de quem apresenta, potencializar, canalizar o ler, escrever, interpretar abordando as novas tecnologias”, explica.

O professor de Geografia, Paulo Pontes, um dos responsáveis pela ornamentação do espaço, alerta para o analfabetismo digital. “Com o desenvolvimento das novas tecnologias até as crianças estão perdendo a vontade pela leitura. Queremos fazer com que eles aumentem o seu horizonte”, diz.

Também presente, o professor e diretor da Biblioteca da Floresta, Marcos Afonso Pontes, apontou a importância da identidade amazônica. “Vivemos todos em uma imensa e linda floresta. Atividades como essas transformam e mudam atitudes”, salienta.

Os estudantes Tales Eduardo e Miquele Oliveira ficaram encantados com a contação de histórias. “Não conhecíamos essas lendas e gostamos muito”, dizem.

Tales Eduardo e Miquele Oliveira, ficam satisfeitos com o
projeto


Legado

Orgulhoso em poder dar continuidade ao trabalho de sua mãe (Terezinha Migueis), o professor Júlio Migueis, agradeceu pela apresentação do grupo. “É importante que essas crianças possam ter acesso, conhecer mais sobre as lendas da nossa região, para que parte das culturas sejam preservadas”, frisou.
Filho de Terezinha Migueis, o professor Júlio Migueis
agradece a iniciativa

Pinturas

Para quem anda pelos corredores da Escola Terezinha Migueis a grande atração são as pinturas confeccionadas pelos estudantes da instituição em parceria com os da Escola Sebastião Pedrosa.

“Os alunos entram com o talento, a criatividade, e nós damos todo suporte necessário para que eles possam externar o dom artístico e cultural que possuem”, comenta a professora Raimunda Freitas. 

Pintura realizada por alunos da Escola Terezinha Migueis


(Por Raquel Castro)

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Biblioteca da Floresta contribui para documentário de casal francês

Os franceses Lise e Johann ficam contentes com contribuição
da Biblioteca da Floresta
A Biblioteca da Floresta/FEM disponibilizou na tarde desta quinta-feira, 15, a cópia de três vídeos do seu acervo para contribuir na elaboração do documentário fotográfico “Povos Indígenas”, dos franceses Johann  Lacire, 30, e Lise Simonneau, 26.

 Vindos da cidade de Sainte-Marie-de Ré na França, estiveram na biblioteca com o objetivo de conseguir cópias de materiais relacionados aos povos indígenas das etnias Kaxinawá e Yawanawa . As cópias dadas ao casal foram dos documentários “Vídeo das Aldeias 25 anos”, “Cineastas Indígenas Huni Kuin” e “Yawa The story the Yawanawa People”.

Johan é professor de Kitesurf e Lise é coordenadora de eventos culturais, ambos estão envolvidos no projeto.  Eles perceberam na Biblioteca da Floresta a oportunidade de aprofundarem seus conhecimentos sobre os povos Kaxinawá e Yawanawa.

“Já fomos ao Mato Grosso para fotografar o povo indígena Xavante, e viemos ao Acre em busca dos kaxinawá e Yawanawa. A disposição da Biblioteca da Floresta em oferecer esses vídeos, será muito importante para a elaboração do nosso documentário fotográfico, estamos felizes”, disse Johann.

 Lise Simonneau que adora a biblioteca e a está visitando pela terceira vez, diz ser espaço Povos da Floresta o seu predileto. “Esse espaço é o melhor, pois conserva a história dos povos e informa as pessoas”, diz.

Quando terminado, o documentário fotográfico será lançado nos festivais “Tribal Elek” que acontecerá no dia 8 agosto, na cidade de  Surgères , e no “Les Fous Cave’s”,  que  terá abertura  no dia 18 de setembro  na cidade de Sainte-Marie -de -Ré, na França.


(Por Leandra Haerdrich)

Há mais de um ano servidor público traz bisneta toda semana à Biblioteca da Floresta

Pode ser pela manhã, às vezes à tarde, mas impreterivelmente toda semana o servidor público Oscar Guimarães traz a bisneta, Sophia Barbosa, de 2 anos, para visitar os espaços da Biblioteca da Floresta.

“Desde pequena ensino ela a não jogar lixo na rua, a preservar a natureza, os animais. Ela gosta muito da Biblioteca da Floresta e como moramos perto estamos sempre aqui”, diz. “É mais fácil ensinar mil crianças do que educar um adulto”, complementa. 


Oscar Guimarães e a bisneta, Sophia Barbosa, 2, veem
exposição sobre Reserva Chico Mendes
Criança fica encantada com réplica de jiboia 

(Por Raquel Castro)

Família peruana visita Biblioteca da Floresta

Família veio ao Brasil exclusivamente conhecer o Acre

Na manhã desta quinta-feira, 15, a Biblioteca da Floresta teve o prazer de receber seis turistas peruanos, vindos da cidade de Huancayo. No Brasil, exclusivamente para conhecer o estado do Acre, o grupo fez questão de explorar os aspectos culturais do povo acreano na instituição.

Jorge Serpa Encisa disse estar feliz de trazer sua família ao local. “Estamos gostando muito dessa biblioteca, tiramos fotos ao lado de Chico Mendes, da canoa no segundo piso e gostamos das exposições também”, comenta.

Turistas posam junto a imagem de Chico Mendes



(Por Raquel Castro)