quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Biblioteca da Floresta resgata o legado de Chico Mendes

                                                      (Foto: Val Fernandes/SECOM)

O público acessa informações sobre os progressos no Acre, de 1988 até os dias de hoje


“No começo, pensei que estivesse lutando para salvar seringueiras; depois, pensei que estava lutando para salvar a floresta amazônica. Agora, percebo que estou lutando pela humanidade.” Frase de Chico Mendes (1944 - 1988).

Por meio da Comissão Especial “25 Anos Chico Mendes Vive Mais!”, o governo inaugurou a nova ambientação da Biblioteca da Floresta, no térreo da instituição, em homenagem à trajetória do Patrono do Meio Ambiente Brasileiro. Lá, o público caminha entre painéis fotográficos que recontam a luta dos povos da floresta e acessa, ainda, informações sobre os progressos que ocorreram no Acre, de 1988 até os dias de hoje.

                                                                        (Foto: Assessoria/Biblioteca da Floresta)

Painéis fotográficos recontam a luta dos povos da floresta 


Com patrocínio da Petrobras, empresa que apoia inciativas culturais há 60 anos, o local abriga o trabalho de sete fotógrafos acreanos - Sérgio Vale, Arison Jardim, Marcos Vicentti, Val Fernandes, Diego Gurgel, Gleilson Miranda e Talita Oliveira -, como forma de divulgar o Estado pelo processo criativo desses artistas. “É muito bom poder expor meu trabalho, ao lado dos meus amigos, dentro das comemorações do legado de Chico. Eu me sinto honrada”, disse Talita.


                              (Foto: Val Fernandes/Secom)
 
O fotógrafo Sérgio Polignano é o autor da exposição “Contemplando os Encantos” 


Em frente, chega-se à exposição “Contemplando os Encantos”, do também fotógrafo Sérgio Polignano, que trata do universo da cosmologia da ayahuasca (Santo Daime). “A proposta é despertar nas pessoas o desejo e o cuidado de contemplação da natureza”, comenta o paulistano, que trocou a metrópole pelo aconchego da região amazônica.


                                                                (Foto: Assessoria/Biblioteca da Floresta)

A ambientação foi desenvolvida pela Comissão Especial “25 Anos Chico Mendes Vive Mais!”


Com olhos de criança

Especialmente montado para compor a ambientação, a Biblioteca da Floresta reuniu os servidores da instituição (e ainda colegas e familiares) para documentar, na linguagem audiovisual, um dos momentos mais importantes da história acreana: o empate. As gravações foram realizadas no Horto Florestal de Rio Branco, no início deste mês, com direção do cineasta Italo Rocha, e deve atrair a atenção do público jovem. “É preciso olhar com olhos de criança”, sugere o diretor da Biblioteca da Floresta, Marcos Afonso.

Por falar nisso...

Outro destaque encontra-se numa fotografia que mostra Chico Mendes no comando de uma assembleia, no Seringal Cachoeira, em Xapuri, para decidir sobre a realização de um “empate”. Um dos personagens daquele registro é um rapaz de 19 anos, que na época cursava História na Universidade Federal do Acre (Ufac). O jovem se deslocava ao Cachoeira, durante as férias e aos fins de semana, para ensinar os seringueiros e as crianças a ler.


“Esse que está ao lado de Chico, com chapéu na cabeça, é o companheiro Binho Marques [governador do Acre de 2007 a 2010]. Essa é a história da nossa geração. Alguns lutavam na floresta, nós estávamos aqui na cidade, outros estavam nas colônias, e assim iniciávamos as transformações”, ressalta o diretor da instituição. O conceito da Sociedade da Borracha, na definição do jornalista Elson Martins, permanece no local para estudo e apreciação.


(Por: André Lima)

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Capacitação interna na Biblioteca da Floresta aborda a história da Ayahuasca

Historiador colabora com a biblioteca desde sua fundação
Terminou na última terça-feira, 3, a segunda fase do ciclo de formação interna na Biblioteca da Floresta com o historiador Marcos Vinicius Neves.  A ação, intitulada "Ver o Acre, olhar para nós", tem o objetivo capacitar os estagiários da instituição para melhor atender os visitantes nas exposições.

Nesta segunda fase, Vinicius abordou a história do uso da Ayahuasca, ou Santo Daime, como preparação para a próxima exposição a ser instalada no térreo da instituição neste mês. Os debates são uma parceria da Biblioteca da Floresta com o gabinete do senador Jorge Viana.


O historiador colabora com a Biblioteca da Floresta desde sua fundação. Ele foi um dos responsáveis pela montagem da exposição inaugurada em 2012 sobre o também historiador Leandro Tocantins.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Cerca de 60 mil pessoas prestigiaram as ações alusivas aos 25 anos de morte de Chico Mendes

A Comissão Especial “25 Anos Chico Mendes Vive Mais” – formada por mais de 30 instituições de governo, não governamentais e ecumênicas – se reuniu na última quarta-feira, 4, no Gabinete Civil, para apresentar as demandas realizadas durante o ano, como agendas culturais, palestras e mobilização nas escolas da rede pública de ensino, e fazer os últimos ajustes na programação, que começou em maio deste ano.

A programação se encerra no dia 22 de dezembro. (Foto: Diego Gurgel/Secom)
A programação se encerra no dia 22 de dezembro
Nesses 247 dias, a estimativa é de que as ações chegaram a um público de cerca de 60 mil pessoas. “Sem contar o número de downloads da versão virtual do livro ‘A História de Chiquinho’, que foi para todas as bibliotecas públicas do país”, comenta o professor Marcos Afonso, diretor da Biblioteca da Floresta. A obra foi escrita pela acreana Walquíria Raizer, com ilustração do cartunista Ziraldo.
                                  atividades em alusão ao legado de Chico Mendes se encerram no dia 22 de dezembro – data em que o líder seringueiro foi assassinado –, com um ato solene em frente ao Palácio Rio Branco. Segundo a primeira-dama Marlúcia Cândida, que coordena a comissão, o bispo da Igreja Católica Dom Moacyr Grechi deve participar. “Ele vai realizar uma manifestação religiosa para homenagear o Chico”, disse.
Para mais informações, a página inicial da Agência de Notícias (www.agencia.ac.gov.br) possui um banner que redireciona o leitor para as ações já executadas.

Por: André Gonzaga

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Representantes do governo boliviano visitam Biblioteca da Floresta


A Biblioteca da Floresta recebeu, na tarde desta segunda-feira, 18, a visita de dois representantes do Ministério da Cultura e Turismo da Bolívia. Erick Lopez e Marion Badani estão no Acre para participar da quarta edição do Festival Pachamama – Cinema de Fronteira, que teve início nesta semana em Rio Branco.

Durante a visita, guiada pelo diretor da biblioteca, Marcos Afonso Pontes, os bolivianos receberam um kit de publicações da instituição, além do DVD Temas do Acre, contendo tudo o que foi produzido pela Biblioteca da Floresta de 2007 a 2010.


Lopez e Badani foram presenteados com um kit da Biblioteca da Floresta


Lopez comentou que, ao voltar a La Paz, vai recomendar viagens ao Estrado e, especialmente, visitas à biblioteca. “Precisamos incentivar mais a interatividade entre o Acre e a Bolívia via turismo. Não tenho dúvidas de que isso é um interesse comum entre as duas sociedades”, disse.




(Por Leandro Chaves)

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Artigo: Padre Roberto Landell de Moura: O gênio esquecido

No terceiro e último artigo sobre radioamadorismo, a Liga de Amadores Brasileiros de Rádio Emissão do Acre (Labre-AC), um dos grupos temáticos da Biblioteca da Floresta, resgata a memória de Robert Landell de Moura, o grande inventor do transmissor de ondas (hertzianas ou landellianas) e do telefone e telégrafo sem fio. Confira!

---------------------------------------------------------------------------------------------

Padre Roberto Landell de Moura: O gênio esquecido

Roberto Landell de Moura nasceu no dia 21 de janeiro de 1861, na cidade de Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Estudou no Colégio dos Jesuítas, em São Leopoldo antes de se transferir, em 1879, para o Rio de Janeiro, para estudar na Escola Central, antiga Academia Real Militar, onde passou apenas alguns meses, tendo sido convencido por seu irmão Guilherme a seguir a vida eclesiástica e se mudar para a Itália.

Em Roma, frequentou o Colégio Pio Americano e também a Universidade Gregoriana, como aluno de Física, Química, e Teologia, sendo ordenado sacerdote em 28 de novembro de 1886. Seguindo a aptidão para os estudos da eletricidade, construiu o primeiro transmissor sem fio para a transmissão de mensagens em 1892, para pouco tempo depois, em 1894, realizar a primeira transmissão pública da propagação da voz humana (por meio de ondas hertzianas), cobrindo uma distância de oito quilômetros entre o alto da Avenida Paulista e o alto de Sant'Anna, em São Paulo.

Na época, Padre Landell de Moura chegou a declarar:

“Quero mostrar ao mundo que a Igreja Católica não é inimiga da Ciência e do progresso humano. Indivíduos, na Igreja, podem, neste ou naquele caso, haver-se oposto a esta verdade; mas fizeram-no por cegueira. A verdadeira fé católica não a nega. Embora me tenham acusado de participante com o diabo e interrompido meus estudos pela destruição de meus aparelhos, hei de sempre afirmar: isto é assim e não pode ser de outro modo... Só agora compreendo Galileu exclamando: E pur se muove!” (FORNARI, 1960)

Destacando a importância do evento, o Jornal do Comércio de 10 de junho de 1900 escreveu:
"No domingo próximo passado, no alto de Santana, cidade de São Paulo, o Padre Landell de Moura fez uma experiência particular com vários aparelhos de sua invenção, no intuito de demonstrar algumas leis por ele descobertas no estudo da propagação do som, da luz e da eletricidade através do espaço (...), as quais foram coroadas de brilhante êxito. (...) Assistiram a esta prova, entre outras pessoas, o Sr P.C.P. Lupton, representante do Govêrno britânico, e sua família".

Entre 1903 e 1904, Landell de Moura viaja para os Estados Unidos buscando conseguir as patentes de três inventos: o transmissor de ondas (hertzianas ou landellianas) obtida  em 11 de outubro de 1904 sob o número 771.917; o telefone sem fio, obtida em 22 de novembro de 1904 sob o número 775.337; e o telégrafo sem fio, também obtida em 22 de novembro de 1904 sob o número 775.846. A patente brasileira do aparelho do padre Landell, obtida em  9 de março de 1901, recebeu o número 3.279.

Ao retornar dos Estados Unidos ao Rio de Janeiro, em 1905, Padre Landell de Moura solicitou ao Presidente da República, Dr. Rodrigues Alves, dois navios da esquadra de guerra para demonstrar os seus inventos que revolucionariam a comunicação. Um oficial de gabinete do Presidente fica boquiaberto ao saber que o padre falava em transmissão a qualquer distância e aconselha o Presidente a não permitir o experimento, achando que o padre era maluco.

Mas Padre Landell de Moura já ganhara reconhecimento internacional e prova disso vem do Jornal La Voz de Espanã, editado em S. Paulo, no dia 16 de dezembro de 1900 que diz:
"(...) quantas e que amargas decepções experimentou Padre Landell ao ver que o governo e a imprensa deseu país, em lugar de o alentarem com aplauso, incentivando-o a prosseguir na carreira triunfal, fizeram pouco ou nenhum caso de seus notáveis inventos(...)".

Sem apoio institucional e governamental e sob forte pressão da Igreja, acabou por destruir seus aparelhos e encaixotar seus livros, cadernos e documentos, optando por dedicar-se exclusivamente ao sacerdócio. O Monsenhor Roberto Landell de Moura, precursor da  transmissão sem fio e esquecido inventor brasileiro, morreu anonimamente, em 30 de julho de 1928, aos 67 anos de idade, num modesto quarto da Beneficência Portuguesa, de Porto Alegre, cercado apenas por seus parentes e poucos amigos fiéis e devotados.

Enfim, o reconhecimento nacional

O Exército Brasileiro concedeu em 2005 a denominação histórica de "Centro de Telemática Landell de Moura" ao 1° Centro de Telemática de Área, uma organização militar de telecomunicações, situada na cidade de Porto Alegre.

A Fundação Educacional Padre Landell de Moura, batizada em homenagem ao padre-cientista, bem como o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD), criado pela Telebrás em 1976, também batizado de "Roberto Landell de Moura".

Em 27 de Abril de 2012, foi inscrito no Livro dos Heróis da Pátria o nome do Padre Roberto Landell de Moura.

(André Bracciali, Alan Bernardo Arruda Bisso, Alan dos Santos Pimentel, Aldo Silva da Cruz, Felipe Gangale Barco e Irving Foster Brown)

Referências

FORNARI, E., “O Incrível Pe. Landell de Moura”. Editora Globo, São Paulo, Brasil (1960).

FORNARI, E., “O Incrível Pe. Landell de Moura”. Biblioteca do Exército Editora, Rio de Janeiro, Brasil (1984).

Biblioteca da Floresta emociona artista nordestino

Teixeira ganhou da Biblioteca da Floresta um kit de DVD e livro sobre os temas da instituição


Em visita à Biblioteca da Floresta na tarde desta segunda-feira, 4, o músico e ambientalista nordestino Gilberto Teixeira se emocionou com a história do líder seringueiro Chico Mendes e as políticas de valorização e preservação das culturas tradicionais no Acre.

Na ocasião, Teixeira, que também é escritor, doou dois livros de sua autoria ao acervo da instituição. “Etsedron – Contos e Cantos da Feira de São Cristóvão” e “A Arte da Feira – Segmentos Artísticos da Feira de São Cristóvão” abordam o maior evento de cultura nordestina do Rio de Janeiro, lugar onde o artista vive hoje.

“Minha grande vontade era conhecer esta região e, ao chegar, me deparo com esse santuário. Sou muito sensível para questões ecológicas e tradicionais, e, no Acre, senti que não estou sozinho nessa causa”, disse o músico.

Gilberto Teixeira é natural de Mossoró (RN). Tem quatro discos lançados (“Desgarrado”, “Forró da Feira”, “Forró da Feira 2” e “CaraForró”), um deles com a participação do músico Zé Ramalho. Criou e editou os Jornais SOS Terra, Ecologia, Jornal da Feira de Tradições Nordestinas e Feira de São Cristóvão, elem de militar e fundar o Partido Verde (PV) em algumas cidades brasileiras.

(Foto e Texto: Leandro Chaves)

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Artigo: Você já ouviu falar em radioamadorismo?

No segundo artigo escrito pela Liga de Amadores Brasileiros de Rádio Emissão do Acre (Labre-AC) em comemoração ao Dia Nacional do Radioamador, celebrado nesta terça-feira, 5, é abordado o conceito de radioamadorismo. Confira!

-----------------------------------------------------------

Artigo: Você já ouviu falar em radioamadorismo?

O radioamadorismo é um hobby, ou seja, uma atividade de lazer desenvolvida no início do século XIX, e traz à memória a figura de pessoas comunicando-se através de rádios e falando “gírias” e “palavras engraçadas”. Sendo uma atividade bem completa, envolve técnica, conhecimentos eletrônicos, desenvolvimento de antenas e principalmente, forma amizades.

No entanto, é importante destacar que nem toda a comunicação por rádio é sinônima de radioamadorismo, devendo ser claramente separada de outras atividades, como os rádios de utilização geral (walkie talkies) e rádios da faixa do cidadão, também chamados de PX. Antes que o leitor mais atento pergunte, podemos dizer que as diferenças básicas entre os três são: quanto à potência permitida para transmissão, frequência de operação e também finalidades de utilização.

O mais simples entre os mencionados são os “rádios de utilização geral”, que pela legislação não devem ultrapassar a potência de 500 mili watts, e operam em frequências muito altas, mais conhecido pela sigla em inglês, VHF, delimitadas por canais pré-definidos. Ainda mais confundido com o radioamadorismo é a “faixa do cidadão”, ou PX, com potência máxima de 25 Watts, e operam na frequência aproximada de 27 kilo hertz.

É importante destacar que para utilizar a faixa do cidadão é necessário efetuar uma inscrição junto à Agência Nacional de Telecomunicações – ANATEL, diferentemente do radioamador que precisa fazer provas específicas para ingresso e promoção de classes: C (iniciante), B (intermediário) e A (avançado). A grande utilidade e as facilidades para a montagem em carros atraem para o PX usuários com perfil profissional como: motoristas, taxistas, caminhoneiros, etc.

O radioamadorismo é mais complexo, porém oferece mais flexibilidade de potência e principalmente frequências, que na prática se traduz na facilidade de comunicação de distâncias muito curtas até pontos muito distantes como o Japão. Outro ponto de destaque do radioamadorismo é a possibilidade de utilização de vários “modos”, ou seja, formas de se comunicar, que pode ser por voz, por telegrafia (também conhecido como “código Morse” ou “CW”), modos digitais _ que é o precursor da internet, sendo possível enviar textos, planilhas e fotografias via rádio!

Ao radioamador, os limites são impostos pela sua própria vontade de aprender e interesse quanto às atividades que gostaria de desenvolver, sendo possível a aquisição de equipamentos já pré-fabricados, ou até mesmo a montagem de seus próprios aparelhos, sempre contando com o apoio dos colegas que compartilham do mesmo interesse.

Como e conhecer melhor o radioamadorismo?

Se você se interessar pelo radioamadorismo e, quem sabe, quiser se juntar a nós, procure uma das sedes da Liga de Amadores Brasileiros de Rádio Emissão – LABRE que será sempre muito bem-vindo a conhecer o fascinante mundo do rádio.

Outra opção é entrar em contato com a Agência Nacional de Telecomunicações – ANATEL que poderá informar todos os passos para obter a licença para PX e para radioamador.
Em Rio Branco você pode procurar informações na Biblioteca da Floresta situado na Via Parque da Maternidade, Nº 464 ou pelo telefone (68) 3223-9939.

Radioamadores conectados no mundo

Os radioamadores acreanos estiveram reunidos nos dias 28 e 29 de setembro para participarem do evento internacional conhecido como CQ WW RTTY, uma espécie de competição entre os radioamadores de todo o mundo com o objetivo de contatar o maior número de estações possíveis.

Ao longo do primeiro dia, reunidos no Comando Geral do Corpo de Bombeiros do Estado do Acre, foram feitos 35 contatos com vizinhos como Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile, além de vários contatos com Estados Unidos da América e do velho continente como Alemanha, Polônia, Escócia, Itália, França, Holanda. Os destaques foram dois Estados brasileiros: Santa Catarina e Rio Grande do Sul e duas ilhas: Aruba e Açores. No Domingo, reunidos numa chácara afastada do centro da cidade, muitos outros contatos foram feitos, totalizando 127 contatos em mais de 30 países.

Esta é uma prévia do que podemos esperar para o Contest Chico Mendes, evento promovido pela Liga de Amadores Brasileiros de Rádio Emissão, Administração do Estado do Acre, LABRE-AC que abrirá no dia 14 de Dezembro às 8 horas, a Semana Chico Mendes, celebrando, em 2013, a memória do líder seringueiro e herói nacional após 25 anos de sua morte.


(André Bracciali, Alan Bernardo Arruda Bisso, Alan dos Santos Pimentel, Aldo Silva da Cruz, Felipe Gangale Barco e Irving Foster Brown)

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Artigo: Liga de Amadores Brasileiros de Rádio Emissão – LABRE

Em comemoração ao Dia Nacional do Radioamador, celebrado nesta terça-feira, 5, a Biblioteca da Floresta publica, até quarta, uma série de três artigos sobre radioamadorismo escrita pela Liga de Amadores Brasileiros de Rádio Emissão do Acre (Labre-AC). O primeiro texto trata da fundação na Labre no Acre e a realização de uma exposição na biblioteca em alusão ao Dia do Radioamador. Confira!

------------------------------------------------------------------------------------

Liga de Amadores Brasileiros de Rádio Emissão – LABRE

Radioamadores em exposição ocorrida em maio na biblioteca
A Liga de Amadores Brasileiros de Rádio Emissão – LABRE fundada em 02 de Fevereiro de 1934 é uma associação civil, sem fins lucrativos, de âmbito nacional, criada com o objetivo de representar os radioamadores brasileiros no âmbito nacional, através das administrações estaduais, e internacional através da União Internacional , IARU na sigla em inglês.

No dia 05 de Novembro de 2013, próxima Terça-Feira, será realizada a Assembleia de Fundação da Liga de Amadores Brasileiros de Rádio Emissão, Administração do Estado do Acre – LABRE–AC às 18h30 no auditório da Biblioteca da Floresta.

A escolha do dia não foi aleatória, comemora-se o dia da cultura, do cinema brasileiro, do designer, do técnico agrícola e do radioamador brasileiro. Consta que em 05 de Novembro de 1924 foi publicado no Diário Oficial da União o Decreto nº 16.657 sancionado pelo então Presidente da República Arthur Bernardes, regulamentando as estações de radioamadores existentes no Brasil, que, até então, eram consideradas clandestinas.

Para se filiar à LABRE–AC não é preciso ser radioamador, na verdade qualquer pessoa física ou jurídica pode solicitar a filiação, podendo participar das diversas atividades promovidas pela instituição como cursos de radioeletricidade, aulas de telegrafia (também conhecido como Código Morse ou CW), oficinas de construção de antenas e equipamentos, além de participar de atividades nacionais e internacionais através do rádio.

Caso se interesse pelo hobby e queira mais informações, entre em contato com a LABRE–AC com sede na Biblioteca da Floresta sito na Via Parque da Maternidade, Nº 464 ou pelo telefone (68) 3223-9939.

Convidamos todos os interessados a participarem das comemorações do Dia do Radioamador:
14h – Abertura da exposição sobre radioamadorismo com diversos equipamentos, cartões QSL, diplomas e operação do rádio em fonia e CW
18h30 – Assembleia de Fundação da LABRE–AC

(André Bracciali, Alan Bernardo Arruda Bisso, Alan dos Santos Pimentel, Aldo Silva da Cruz, Felipe Gangale Barco e Irving Foster Brown)

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Frei Betto doa livro à Biblioteca da Floresta

Betto esteve no Acre nos dias 29 e 30
Em viagem ao Acre nos dias 29 e 30, o teólogo e escritor Frei Betto doou ao acervo da Biblioteca da Floresta/FEM um romance de sua autoria, “Uala, o Amor”. A doação aconteceu durante visita do filósofo ao Seringal Cachoeira, na noite da última quarta-feira, onde ele autografou a obra.

Lançada em 1991, o livro conta a história do índio Uala, que se entristece diante da destruição, por não índios, de uma área próxima à sua aldeia. Os maus tratos com a natureza impactam sua terra e ele se vê obrigado a tomar providências urgentes para salvar seu povo.

“Uala, o Amor” é dedicado “a todos que, no Brasil, reconhecem nas nações indígenas uma forma superior de civilização a ser defendida e preservada”, escreveu Frei Betto na introdução do livro.

(Por Leandro Chaves)


(Foto: Arison Jardim)

Biblioteca da Floresta recebe doação de livros


Nesta última quinta-feira a Biblioteca da Floresta recebeu, do sociólogo e pesquisador Thiago Cabral, a doação de três livros com temas voltados para sustentabilidade, globalização e meio ambiente.


O livro “Costurando Com Fios Invisíveis: A Fragmentação do Território Rural”, lançado em 2012, é uma coletânea que traz uma seleção dos melhores artigos apresentados no I Seminário Internacional Novas Territorialidades e Desenvolvimento Sustentável, ocorrido em 2011. A edição do livro foi organizada pelas professoras Vitória Gehlen, líder do GRAPp, e Drª Pilar Lainé da Universidade de São Paulo.

“Globalização, Ideologia e Discurso: Uma análise sobre a dimensão ideológica do processo de globalização” é uma tese da professora Helena Lúcia Chaves, da Universidade Federal de Pernambuco, baseada em reportagens do Jornal A Folha de São Paulo entre os anos de 1995 e 2004.

Thiago Cabral é formado em Sociologia pela Universidade Federal Rural de Pernambuco e pesquisador do Grupo de Estudos e Pesquisas em Gênero, Raça, Meio Ambiente e Planejamento de Políticas Públicas (GRAPp) da Universidade Federal de Pernambuco.









(Texto e Fotos: Camila Holsbach)

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Alunos de Senador Guiomard assistem palestra como preparação para o Saeb


Alunos participarão de prova que é um dos medidores do
 Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb)
Após 30 minutos de viagem, estudantes da Escola 15 de Junho, localizada no município de Senador Guiomard, participaram, na manhã desta quinta-feira, 31, no auditório da Biblioteca da Floresta, da palestra "Ética e Cultura no Tempo e no Espaço". Os alunos estavam acompanhados pelos professores Adalcemir Balica (Matemática), Walderei Cândidas (Português) e Francisca Nobre (coordenadora pedagógica).

A palestra foi ministrada ao grupo de 65 alunos das oitava séries A e B com o objetivo de prepará-los para o Saeb (Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica). Nos testes aplicados a alunos da oitava série, os estudantes responderão questões de português e matemática, além de um questionário socioeconômico.

As amigas Flávia, Yasmile, Álice, Tainá e Mireli comentaram que gostaram dos vídeos exibidos, e Flávia, de 14 anos, completou: "A palestra é uma motivação para a prova que vamos fazer. Além dos vídeos de música, gostei do que se falou sobre meio ambiente".



Por: Leandro Chaves
Foto: Anaís Cordeiro


Frei Betto profere palestra na Ufac

Frei Betto autografou alguns exemplares de seus livros na Ufac
Iniciada após o fim da Idade Média, a modernidade trouxe, especialmente nas últimas décadas, com o desenvolvimento da ciência e da tecnologia, esperanças de um outro mundo possível. Mas, para o escritor e teólogo Frei Betto, que proferiu, na noite desta terça-feira, 30, uma palestra no Teatro da Universidade Federal do Acre (Ufac), os avanços não chegaram a todos e o mundo moderno vive a maior crise dos últimos cinco séculos.


Segundo ele, a modernidade não resolveu a questão essencial, a da dignidade humana, e por isso fracassou. "Mais da metade da população mundial ainda vive na linha da pobreza. Enquanto algumas pessoas usufruem dos benefícios da modernidade, muitos ainda lutam contra a fome e o frio, que são direitos primários, quase animais", disse.

Diante dessa perspectiva, o também filósofo defende a teoria de que, mais do que uma época de mudanças, o mundo vive hoje uma mudança de época, expressa pelo fim da modernidade.

Na palestra, intitulada "A Erosão do Sentido da Vida e os Desafios da Contemporaneidade", Betto apostou na retomada da educação popular com finalidade de repolitizar a sociedade e despertar utopias como uma das vias essenciais para a superação do paradigma da modernidade. E é na história de luta do líder seringueiro e ambientalista acreano Chico Mendes que o teólogo encontra exemplo de como contornar o problema.

Nascido em uma das regiões mais isoladas da Amazônia, Mendes, que foi alfabetizado nas matas de Xapuri por um velho comunista perseguido pelos governos do Brasil e da Bolívia, politizou, por meio da educação, toda uma geração de seringueiros analfabetos que vivia em seu entorno. Este simples feito mudou a realidade das comunidades alcançadas, que fizeram história ao participarem, nas décadas de 1970 e 1980, de um movimento de contestação ao modelo político e econômico vigente no Acre e no restante do Brasil.

"Um dos grandes legados que Chico Mendes nos deixou é exatamente essa mobilização social em prol de uma causa. O neoliberalismo detonou o sentido da vida. A maior prova disso é que atualmente muitos pensam na impossibilidade de mudar o mundo para melhor. E Chico Mendes nos mostra o contrário, que é possível fazermos transformações por meio de utopias".

Betto sustenta esse discurso ao analisar a política ambiental no Brasil antes e depois de Chico Mendes. Antes de sua luta, de acordo com o teólogo, a questão ambiental era desvinculada ao ser humano. "A esquerda brasileira só foi adotar o meio ambiente como uma de suas bandeiras após a luta de Chico", complementa o escritor.

Superar os desafios da pós-modernidade, de acordo com Betto, exige ainda o resgate do sentido do tempo como história e o mergulho às raízes. "Os acreanos têm uma cultura nativa extraordinariamente original, expressiva e rica. Vocês precisam ter muito orgulho disso, porque o que é local tem o poder de se tornar universal e só  com a preservação cultural teremos saída enquanto povo".


Encontro no seringal de Chico Mendes

Na tarde desta quarta-feira, 30, o escritor viaja a Xapuri para conhecer a Casa de Chico Mendes e Memorial Chico Mendes. Ele será recebido pela filha do líder seringueiro, Elenira Mendes. Depois, Betto visita o Seringal Cachoeira, palco do último grande empate em defesa da floresta. Lideranças locais, indígenas e familiares de Chico acompanham a visita do escritor, que retorna a Brasília na madrugada desta quinta, 31.

A visita de Frei Betto ao Acre íntegra a programação dos "25 Anos Chico Mendes Vive Mais", um conjunto de atividades promovidas ao longo do ano por uma comissão especial formada por mais de 30 instituições governamentais, não-governamentais e da sociedade civil, além de entidades ecumênicas. O objetivo das ações é celebrar os ideais de Chico Mendes e fortalecer as conquistas já adquiridas e sonhadas pelo líder seringueiro e ambientalista.


Quem é Frei Betto?

Carlos Alberto Libânio Christo, o Frei Betto, 69 anos, nasceu em Belo Horizonte (MG). Estudou teologia, jornalismo, antropologia e filosofia. Adepto da Teologia da Libertação, professou na Ordem Dominicana da Igreja Católica na década de 1960 e participou de movimentos pastorais e sociais. Foi preso duas vezes pelo Regime Militar - na última delas o cárcere durou quatro anos. Foi durante o presídio que Betto escreveu uma de suas obras mais famosas, Batismo de Sangue, transformada em filme homônimo em 2007 pelo diretor Helvécio Ratton.

Sua trajetória nos movimentos sociais passa pela fundação da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e da Central de Movimentos Populares (CMP), assessoria à Pastoral Operária do ABC (São Paulo), ao Instituto Cidadania e às Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) e consultoria do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

Recebeu diversos prêmios, entre eles a Medalha Chico Mendes de Resistência, concedido pelo grupo Tortura Nunca Mais, do Rio de Janeiro, por sua luta em defesa dos direitos humanos. Sua trajetória em prol do meio ambiente e da solidariedade internacional também lhe rendeu o Prêmio Ones.



Por: Leandro Chaves
Fotos: Arison Jardim

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Biblioteca da Floresta recebe doação de DVDs de animações acreanas

Biblioteca apoiou o projeto e foi sede do lançamento, em junho
A Artrio Produtora doou, na manhã desta sexta-feira, 25, dois DVDs do projeto “Me Conta uma História?” ao acervo da Biblioteca da Floresta. Produzido exclusivamente por artistas locais, o material traz cinco animações adaptadas do livro “Ler e Contar, Contar e Ler”, do escritor acreano Francisco Gregório Filho.

As animações “Barba Azul”, “O Nascimento do Amor”, “Cabelos de Ouro”, “A Mulher do Cemitério” e “Partir para a Escolha” foram produzidas a partir de diferentes técnicas de desenho e pintura, as duas últimas no formato stop motion – técnica de filmagem de miniaturas em fotograma (ou quadro a quadro).

Os trabalhos foram desenvolvidos pelos cineastas Marcelo Zuza e Italo Rocha e produzidos pela também cineasta Carina Cordeiro, com trilha sonora original de Rodrigo Oliveira e narração de Ágatha Lima, Bell Paixão, Claudia Toledo, Quilrio Farias e Sacha Alencar.

A Biblioteca da Floresta apoiou o projeto e sediou o lançamento dos trabalhos no último dia 7 de junho. A instituição vai incorporar a exibição das animações às suas atividades pedagógicas com estudantes das escolas públicas de Rio Branco. As unidades de ensino interessadas em adquirir o material receberão uma cópia do DVD mediante solicitação prévia.

Confira, a seguir, as cinco animações:

"A Mulher do Cemitério"

"Barba Azul"

"O Nascimento do Amor"

"Partir para a Escolha"

"Cabelos de Ouro"


(Texto e fotos: Leandro Chaves)

Biblioteca da Floresta recebe visita de alunos do Colégio Santa Cruz, de São Paulo

Estudantes visitaram biblioteca antes de
conhecerem Seringal Cachoeira
Com o intuito de conhecer parte da região amazônica a partir do olhar dos próprios habitantes, um grupo de alunos do 2º ano do Ensino Médio do Colégio Santa Cruz, de São Paulo, realizou, na última semana, uma viagem de estudos ao Seringal Cachoeira, em Xapuri. Na ocasião, os mesmos aproveitaram para conhecer os espaços e exposições da Biblioteca da Floresta.

A viagem fez parte da modalidade intensiva de um projeto desenvolvido pela escola, o “Projeto Ética e Cidadania”, que visa estimular no aluno uma nova visão da sociedade a qual pertence a partir de pesquisas e de estágios interativos. No ano passado, outra turma da mesma escola visitou a biblioteca com esta mesma finalidade.

(Texto e fotos: Camila Holsbach)














quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Biblioteca da Floresta promove audição de música clássica a seus funcionários


Como parte da programação da Semana do Servidor, que acontece durante toda esta semana em vários órgãos do Governo, a Biblioteca da Floresta promoveu, nesta quinta-feira, 24, a seus funcionários e estagiários, uma audição completa, em DVD, da Sinfonia nº 9 do compositor tcheco Antonín Dvorak, “Do Novo Mundo” (From the New World), de 1893.

A versão apresentada no evento é da Orquestra Filarmônica de Berlin (Berliner Philharmoniker), sob a regência do maestro Claudio Abbado, em show executado em 2002 em Palermo, na Itália.
Audição de música clássica fez parte da programação da Semana do Servidor na biblioteca
"Costumo ouvir música clássica e mesmo assim fiquei muito emocionada. Foi um dos grandes presentes que ganhamos na Semana do Servidor", afirmou a funcionária da biblioteca, Paula Negreiros.

Durante 50 minutos, cada turno de funcionamento da instituição teve a oportunidade de assistir a obra, dividida em quatro movimentos. A escolha da Sinfonia nº 9 se deu devido ao diálogo que ela faz entre a tradição das sonoridades indígenas norte-americana e a modernidade da música clássica – este diálogo entre os saberes tradicional e moderno é a essência da biblioteca.

"Gosto de rock e desconhecia a música clássica, pois nunca havia assistido a um concerto. Pude perceber algumas semelhanças entre esses dois estilos e fiquei impressionada! Minha visão mudou e vou ouvir mais este tipo de música daqui para frente", disse a estudante de História e estagiária da biblioteca, Naraline Souza de Araújo.

Considerada uma das mais importantes peças clássicas da história, "Do novo mundo" também foi exibido na ultima reunião da Sociedade Filosophia, no dia 12 de outubro.


(Por Anaís Cordeiro)
(Fotos: Camila Holsbach)


quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Sociedade Filosophia apresenta conceito de imersões em palestra acadêmica

Como parte da programação da 4ª Semana de Filosofia, promovida por acadêmicos da Universidade Federal do Acre (Ufac), a Sociedade Filosophia – um dos grupos temáticos da Biblioteca da Floresta – apresentou em palestra, nesta terça-feira, 22, o conceito das Imersões ao Nosso Tempo e Espaço Originais, atividade psicofilosófica inédita no país.


As imersões ocorrem desde 2008 no Seringal Cachoeira, em Xapuri
O evento ocorreu no Cine Teatro Recreio e reuniu acadêmicos do curso de Filosofia da Ufac e demais interessados. A palestra foi ministrada pelo moderador-geral da Sociedade Filosophia e diretor da Biblioteca da Floresta, Marcos Afonso Pontes, idealizador das imersões.
Realizada desde 2008 no Seringal Cachoeira, a atividade já reuniu cerca de 400 pessoas em suas oito edições. Os participantes passam mais de 50 horas na floresta percorrendo trilhas guiadas por Nilson Mendes - primo de Chico Mendes -, conversando com indígenas e seringueiros e em atividades culturais como forró tradicional e sarau musical e poético.
“A imersão procura estabelecer um laço identitário com nosso tempo e espaço amazônicos, estimulando a ideia de que apenas os que compreendem onde estão e como estão entendem e transformam seu tempo e seu espaço”, explica Marcos Afonso.
A Sociedade Filosophia foi fundada em 2008 e é o primeiro grupo temático da Biblioteca da Floresta. Com o objetivo de debater as ideias dos maiores pensadores da história, suas reuniões ocorrem quinzenalmente aos sábados, das 16 às 18 horas, no auditório da biblioteca.

(Por: Leandro Chaves)
(Fotos: Arison Jardim)