terça-feira, 29 de julho de 2014

Coordenadora do Sistema Nacional de Bibliotecas visita Biblioteca da Floresta



 A Biblioteca da Floresta/Fundação Elias Mansour (FEM) recebeu na tarde desta segunda-feira, 28, a visita de Elisa Machado, coordenadora do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas. 

A coordenadora estava em Rio Branco em virtude da ação do projeto “Acessibilidade em Bibliotecas Públicas” que está percorrendo todo o Brasil na tentativa de melhorar o acesso aos materiais de acervos das bibliotecas. 

“A Biblioteca da Floresta é um espaço incrível, extremamente importante para o Acre e para o país porque ela registra a memória da nossa história, dos nossos povos, além de possuir uma riqueza em seu acervo”, disse a coordenadora Elisa Machado. 

O coordenador do projeto de acessibilidade, Wagner Santana ficou encantado. “Aqui temos uma experiência quase ancestral do nosso país, vemos um lado que nós, sulistas conhecemos muito pouco [...] a equipe desta biblioteca é absolutamente acolhedora, aqui existe um jeito muito humano e conectado de passar as informações”, diz. 

Ambos foram trazidos à Biblioteca da Floresta, por Helena Carloni, diretora da Biblioteca Pública Estadual. 






(Por Leandra Haerdrich)

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Após participação em SBPC, chilenos visitam Biblioteca da Floresta





Vindos da cidade de Lautaro do Chile, o antropólogo Héctor Basso, a assistente jurídica Carolina Aguileira e o produtor cultural Marco Acanten visitaram a Biblioteca da Floresta na tarde desta segunda-feira, 28. Ambos vieram para participarem da SBPC Indígena e encontraram na Biblioteca mais informações acerca das etnias da região amazônica.

“Estou fascinado com essa biblioteca que é tão bem preservada, com uma infra estrutura organizada e que contém muito conhecimento em cada um de seus espaço, é uma experiência emocionante”, disse o antropólogo Héctor Basso.

Para Carolina Aguileira conhecer a Biblioteca da Floresta foi uma experiência produtiva. “Fomos muito bem guiados, aprendemos muito sobre a história de Rio Branco, que representa  um espaço muito especial do Brasil”, comenta.





(Por Leandra Haerdrich)

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Acadêmicas de Engenharia Florestal do Sul se surpreendem em visita à Biblioteca da Floresta


Elas conheceram mais sobre a história do estado mais sobre o 
Acre por intermédio da Biblioteca da Floresta/FEM
A visita que deveria ser apenas mais uma programação que possibilitasse conhecer outro ponto turístico do Acre revelou para três jovens gaúchas, da cidade de Santa Maria, momentos gratificantes na Biblioteca da Floresta/ Fundação Elias Mansour (FEM), nesta sexta-feira, 25 de julho.

Todas participam da 66ª reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). A área de atuação delas é Engenharia Florestal. Mestranda Leandra Pedron (23), que direciona sua dissertação para Proteção Ambiental, destacou por várias vezes o que conheceram de trabalhos que se concentram em mata nativa e conservação das áreas de floresta.

Ao final parabenizaram o trabalho da biblioteca
“Fica evidente o quanto é importante o esforço do estado, com políticas que mantenham a floresta em pé. Há uma preocupação aqui nesse sentido, a gente percebe. No nosso estado nós não vemos isso... Lá [região Sul] estudamos com foco comercial, nossa floresta é outra, o bioma é Mata Atlântica e Pampa que quase não percebemos mais”, afirma a mestranda.

Sara Chagas (23), acadêmica do décimo período do curso, comentou sobre a maneira que via o Acre. “Minha visão mudou totalmente, porque eu pensei que a cidade era quase nada, que a floresta tomava quase tudo. Mas, além disso, você vê a preocupação em preservar tanto o verde, quanto a própria cultura indígena”, disse emocionada contando o que desconheciam sobre os empates e outros elementos da história do povo acreano.

Marciele Bovoline (22), também no mesmo período de Sara, se disse surpreendida com a diversidade cultural, riqueza que se mantém apesar de tantas devastações que tinha notícia pela grande mídia nacional. “O que a gente ouve falar do Acre e mostram na tv é apenas a parte das derrubadas, do tráfico de madeira, por exemplo, mas dessas políticas de preservação não ficamos conhecendo”.

Secretária de Políticas De Ações Afirmativas visita Biblioteca da Floresta


A Biblioteca da Floresta/FEM recebeu na tarde desta sexta-feira, 25, a visita da Secretária de Políticas de Ações Afirmativas, Angela Nascimento.  Acompanhada pela advogada Lúcia Ribeiro, Angela ficou impressionada com a temática da Biblioteca da Floresta e prometeu retornar.

 “A iniciativa desta biblioteca está de parabéns, aqui senti o espírito da força do que é a luta da Amazônia, simbolizada por Chico Mendes e também conheci as outras personalidades que atuaram em favor dessa causa”, disse a secretária da SPPIR em visita à Biblioteca da Floresta.

Filha de seringueiro, nascida em Xapuri a advogada Lúcia Ribeiro, acredita que a Biblioteca é a maior referencia histórica do estado. “Como não foi possível levar a secretária Angela para conhecer uma colocação de seringa, trouxe-a para conhecer a nossa biblioteca porque acho que esse é o espaço que mais representa o nosso estado, nossa Floresta”, diz.






(Por Leandra Haerdrich)

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Universitários de Minas Gerais visitam Biblioteca da Floresta

 A Biblioteca da Floresta recebeu na noite desta, quinta-feira, 24, a visita de um grupo de estudantes da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM). Os acadêmicos vieram ao Acre em virtude de uma apresentação do trabalho “A História de um Canário Falante” que será exposto da 66ª reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência.

Para Juliana Minaré, 31, acadêmica de Letras da UFTM, a Biblioteca tem papel fundamental para a sociedade. “Esse projeto resgata e preserva a cultura não só do Acre, pois quando se fala do índio, do seringueiro, também está se esta falando da história do Brasil”, diz.

“Esta Biblioteca proporciona por meio dos artefatos, painéis, fotos, objetos, uma proximidade entre os visitantes e a  história daqui, em especial adorei o Espaço Povos da Floresta” disse Murilo Facure, 23,  estudante de Engenharia Química da UFTM.





(Por Leandra Haerdrich)

Professoras pernambucanas se encantam com história do Acre em Biblioteca




Em visita ao Acre, professoras da rede municipal de ensino de Recife/PE, estiveram pela primeira vez na Biblioteca da Floresta, na tarde desta quinta-feira, 24. Repletas de curiosidade sobre o histórico da região, as professoras ficaram emocionadas com as lutas socioambientais do estado acreano.

“Não sabia quase nada a respeito do Acre, mas vindo nesta Biblioteca fiquei impressionada
com a riqueza de informações, Chico Mendes realmente deu a vida pelas causas que acreditava”, disse a professora Madalena Barros (53), após conhecer a todos os espaços da Biblioteca.

A professora Edna Dantas ficou admirada com a estrutura física da Biblioteca da Floresta. “Gostei muito da forma com que as imagens completam as informações, achei o prédio lindo”, comenta.








(Por Leandra Haerdrich)

terça-feira, 22 de julho de 2014

Alunos do curso de fotografia visitam exposição sobre Resex Chico Mendes


Os alunos identificaram os ângulos e planos das fotografias

A Biblioteca da Floresta/FEM recebeu na tarde desta terça-feira, 22, a visita de alunos do curso de fotografia da Usina de Artes João Donato. Segundo a professora Carina Cordeiro (28), a visita tinha como objetivo, fazer os alunos analisarem a fotografias da atual exposição da Biblioteca, “Resex 24 anos Afirmando os Ideais dos Trabalhadores da Floresta”.

“Acredito que a Biblioteca da Floresta dialoga com nossa proposta de comtemplarmos a s fotografias da exposição da resex, observando os ângulos, planos e levantar essa questão ambiental” disse a professora.

O aluno Danilo Silva (18), destaca a importância social da exposição sobre a Resex Chico Mendes. “ As fotos da  exposição mostram um lado da floresta que poucos pessoas conhecem, por isso é muito interessante termos  acesso à estas fotografias”, comenta.

A exposição “Resex 24 anos” ficará na Biblioteca até o final do ano. O projeto é resultado da parceria do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), WWF-Brasil e Governo do Estado Acre, por meio da Fundação de Cultura Elias Mansour e Biblioteca da Floresta.

Danilo ao lado da foto que mais gostou







(Por Leandra Haerdrich)

Membros do Museu Itinerante da UFMG conhecem Biblioteca da Floresta

Pessoas ligadas ao Museu Itinerante Ponto UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) que estará na SBPC, expondo resultados de pesquisas científicas e tecnológicas, vieram a Biblioteca da Floresta/FEM na manhã desta terça, 22.


Os 26 visitantes (professores, servidores e alunos), cheios de curiosidade, se encantaram com o que viram. Há dois dias no estado também trazem junto com a visita, uma carreta com a pesquisa de acadêmicos de diversas áreas.

"É importante o que é feito através desta biblioteca porque mostram como a história se deu de fato. Há uma coerência entre a finalidade do lugar e o que ele possui, é um espaço de memória também pra que o estado possa ser melhor cuidado", afirma Tânia Margarida Lima Costa, coordenadora do museu itinerante.


E completou: "Desejamos que permaneçam com esse trabalho. Nossa, é uma maravilha!".

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Grupo de cearenses visita Biblioteca da Floresta



O grupo conheceu a Biblioteca pela primeira vez
A Biblioteca da Floresta/ Fundação Elias Mansour (FEM) recebeu na tarde desta segunda-feira, 21, a visita de um grupo de cearenses. Acompanhados pela acreana Grazia da Silva (48), vieram de Fortaleza para visitar o Acre e encontraram na biblioteca informações a respeito dos elementos culturais da região.


“Trouxe eles aqui porque esta Biblioteca é extremamente organizada e é um espaço muito importante por mostrar para as pessoas as raízes da luta do povo acreano” disse a funcionária pública, Grazia Silva.

A historiadora aposentada Maria Saraiva (79) ficou emocionada ao entrar na réplica da moradia do seringueiro, situada no Espaço Povos da Floresta. “Foi um momento de relembrar exatamente como é a casa do seringueiro, achei tudo muito lindo, muito parecido mesmo”, diz.


A professora Elenira Oliveira (70) parabenizou a iniciativa da Biblioteca em resgatar a história amazônica. “Fiquei encantada pelo tema da Biblioteca, a forma com que ela trata da história de toda essa região, principalmente pelo fato dos meus antepassados que povoaram esse território terem vivido essa história”, afirma .

Para o historiador Edwilson Freire (44) que veio para o Acre em virtude da 66ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), conhecer a Biblioteca foi muito produtivo. “O Espaço Povos da Floresta é maravilhoso, nunca tinha conhecido um lugar que expressasse a cultura amazônica com tantos elementos rudimentares”, diz.

A aposentada Maria Alexandre (66) diz ter aprendido muito sobre os Povos da Floresta. “Eu não tinha noção das etnias desse estado, estou maravilhada com todos os artefatos e o modo como eles vivem”, afirma.




 
Maria Alexandre adorou as cortinas feitas de sementes de açaí

 (Por Leandra Haerdrich)