No
Brasil, toma-se café várias vezes por dia.
É um hábito cultural, independe do clima, horário, acompanhamento ou
local em que é tomado. Não importa se é servido em xícara refinada ou nos
conhecidos copinhos descartáveis.Segundo a Associação Brasileira da Indústria
do Café (Abic), no ano passado os brasileiros consumiram 1,7 mil xícaras de
café.
Se
depender da Biblioteca da Floresta
essa estatística vai aumentar, pois, nesta segunda-feira (30 de julho), foi
inaugurada a primeira máquina de caféexpresso da instituição.O produto fica ao
lado do acervo do escritor Leandro Tocantins, próximo à sala de leitura, no
térreo.
Na
singela solenidade de inauguração do objeto, um dos usuários mais assíduos da biblioteca,
o advogado Fernando Menezes, teve a honra de tomar o primeiro copo de café. “É
um prazer representar todos os estudantes que utilizam a biblioteca”, disse,
antes de degustá-lo. A máquina de café também foi apresentada aos usuários dos
turnos da tarde e da noite.
A
aquisição foi planejada para facilitar e tornar mais prazeroso o estudo dos
usuários da biblioteca.A máquina oferece o produto emdiversas variações. Um
copo de café custa apenas R$ 2,00, preço necessário para repor os materiais
utilizados para seu preparo.
Fernando Menezes foi o primeiro a
utilizar a máquina
A importância do
café
O
café marca um dos períodos do início da história do Brasil, que hoje ainda é um
dos maiores produtores mundiais da bebida. Ao contrário do que muitas pessoas
pensam, o produto é recomendado pelos especialistas e, se tomado com moderação,
ajuda a combater a fadiga e melhora a oxigenação do sangue.
O estudante Daniel Freire, experimentou o
café no turno da tarde



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