A frase foi dita pelo
membro de um grupo de paulistas que conheceu pela primeira vez a Biblioteca da
Floresta/FEM na tarde da segunda-feira, 01.
| Vindos de São Paulo o grupo está no Acre há dois dias |
Foi entre as redes, os giraus, as panelas e outros
elementos, que o advogado Antonian Khail, comparou a simulação da casa do
seringueiro (situado no segundo piso da Biblioteca) a uma imersão no modo de
vida da classe.
Encantados com a cultura que a Biblioteca apresenta, o grupo
elogiou a iniciativa da instituição. A comerciante Regina Estela (57) destacou:
“Aqui é interessantíssimo, além de muito bonito e, diferente de tudo o que eu
já vi, a Biblioteca está de parabéns”,
elogia.
Para o advogado Roberto Rocha (52), visitar a Biblioteca
trouxe muitas informações. “Não sabia quase nada da cultura nem do latéx. Aqui
percebemos diferenças pontuais, achei essa casinha tão graciosa que até moraria
nela sem problema algum”, disse.
(Por assessoria/ Biblioteca da Floresta)
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