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Membros do Coletivo posam para registro
daguerreótipo
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A Oficina de Daguerreotipia, ministrada pelo fotógrafo Francisco Moreira da
Costa, na Casa dos Povos Indígenas, permitiu aos
participantes reviver o primeiro processo fotográfico, de 1839. A programação
realizada entre os dias 22 e 26 de janeiro, fez parte do 3º Ciclo de Formação a
Fotografia, do grupo Pium Fotoclube.
Na abertura das atividades, em palestra aberta ao
público, o fotógrafo contou sobre a história da fotografia e os aspectos da
daguerreotipia, processo fotográfico imaginado por
Daguerre, que consiste em fixar numa película de prata pura, aplicada ao cobre,
a imagem obtida na câmara escura. A explicação era apenas o começo do que a oficina
reservava.
A estudante de Jornalismo da Ufac, Nathacha Albuquerque Amaral, participou do curso e falou de suas impressões: "A oficina de
daguerreotipia nos proporcionou um resgate histórico da fotografia. Foi uma
experiência maravilhosa desenvolver o daguerreótipo desde o polimento da placa
até a revelação final. O processo apesar de minucioso e um pouco demorado,
causa fascínio até mesmo nos fotógrafos mais experientes. O Francisco foi
excelente, fico lisonjeada de ter feito a oficina com ele.”
Foto: Alexandre Noronha![]() | ||
A palestra
reuniu fotógrafos, professores e amantes da fotografia
Num segundo momento, já na parte prática, através de
processos antigos, adaptados a ferramentas atuais, o curso permitiu aos alunos a
experiência de produzir sua própria imagem única, proporcionando a produção dos
primeiros daguerreótipos acreanos do século XXI.
Foto: Alexandre Noronha
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