A assessora da
CPI, Paula Lima, destacou a importância da atividade para os alunos. “A biblioteca é o lugar em que eles mais se
identificam, porque são pesquisadores que trabalham com estudos sobre
território e meio ambiente, desenvolvendo levantamentos, sendo assim, não há nada
melhor do que saberem que há esse espaço como fonte de pesquisa”, ressalta.
A visita, que faz parte do Módulo Intercâmbio, em que
os alunos conhecem vários pontos turísticos, permitiu que os indígenas contemplassem
a instalação da exposição, “Arte Indígena: Esculturas e Desenhos”, compostos
por obras realizadas por eles, durante a disciplina Arte e Ofício do curso.
“É muito gratificante ver nosso trabalho exposto de uma
forma tão bonita na biblioteca, a gente sente orgulho em estar representando o
nosso povo através da arte”, disse o aluno, Lucas Sales, de etnia Huni Kuin.
O curso, que é desenvolvido no Centro de Formação dos
Povos da Floresta em parceria com a Associação do Movimento dos Agentes
Agroflorestais Indígenas do Acre (AMAAIAC), conta com representantes de 15
terras indígenas e de sete povos: Ashaninka, Arara, Katukina, Kaxinawá,
Manchineri, Poyanawá, Yawanawá.




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