sexta-feira, 25 de julho de 2014

Acadêmicas de Engenharia Florestal do Sul se surpreendem em visita à Biblioteca da Floresta


Elas conheceram mais sobre a história do estado mais sobre o 
Acre por intermédio da Biblioteca da Floresta/FEM
A visita que deveria ser apenas mais uma programação que possibilitasse conhecer outro ponto turístico do Acre revelou para três jovens gaúchas, da cidade de Santa Maria, momentos gratificantes na Biblioteca da Floresta/ Fundação Elias Mansour (FEM), nesta sexta-feira, 25 de julho.

Todas participam da 66ª reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). A área de atuação delas é Engenharia Florestal. Mestranda Leandra Pedron (23), que direciona sua dissertação para Proteção Ambiental, destacou por várias vezes o que conheceram de trabalhos que se concentram em mata nativa e conservação das áreas de floresta.

Ao final parabenizaram o trabalho da biblioteca
“Fica evidente o quanto é importante o esforço do estado, com políticas que mantenham a floresta em pé. Há uma preocupação aqui nesse sentido, a gente percebe. No nosso estado nós não vemos isso... Lá [região Sul] estudamos com foco comercial, nossa floresta é outra, o bioma é Mata Atlântica e Pampa que quase não percebemos mais”, afirma a mestranda.

Sara Chagas (23), acadêmica do décimo período do curso, comentou sobre a maneira que via o Acre. “Minha visão mudou totalmente, porque eu pensei que a cidade era quase nada, que a floresta tomava quase tudo. Mas, além disso, você vê a preocupação em preservar tanto o verde, quanto a própria cultura indígena”, disse emocionada contando o que desconheciam sobre os empates e outros elementos da história do povo acreano.

Marciele Bovoline (22), também no mesmo período de Sara, se disse surpreendida com a diversidade cultural, riqueza que se mantém apesar de tantas devastações que tinha notícia pela grande mídia nacional. “O que a gente ouve falar do Acre e mostram na tv é apenas a parte das derrubadas, do tráfico de madeira, por exemplo, mas dessas políticas de preservação não ficamos conhecendo”.

Nenhum comentário:

Postar um comentário