Por Pryscila Thays
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| Sapatos da borracha geram recordações no visitante |
Seringueiro há 49 anos, Adenor da Costa Souza, fez uma visita à
Biblioteca da Floresta a fim de conhecer e contribuir na valorização do espaço do
seringueiro. A exposição permanente destinada aos seringueiros está no 2º piso
da biblioteca, onde se tem registro dos povos da floresta.
O amigo da floresta e seu filho irão contribuir na composição desse cenário confeccionando
um jirau e um fogão ali mesmo, na casa do seringueiro. Sendo conhecedor da
natureza, Adenor fica satisfeito com a oportunidade de contribuir para o
acervo. “Vivi muitos anos da minha vida dedicados aos seringais, consegui criar
meus 11 filhos e até hoje trabalho na extração de látex, sem nunca ter matado
uma seringueira”, ele acrescenta.
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| Diretor Marcos Afonso acompanha Adenor Souza ao conhecer a casa do seringueiro |
A casa é uma réplica das moradias dos seringueiros, com uma fachada toda em
paxiúba, típica madeira utilizada nas construções das casas antigas. O cenário
é composto por vários itens relacionados à história de vida desses
profissionais como panelas, rádio, sapatos de borracha, redes e tantas outras
coisas. Se você ainda não conhece, vale a pena conhecer.
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| Adenor Souza, Marcos Afonso e Abraão Moreno sintonizados na rádio |



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