Uma história cheia de encontros e desencontros é a da
família Souza Lima. Em visita à Biblioteca da Floresta/Fundação Elias Mansour (FEM), na manhã dessa segunda-feira,
8, os familiares compartilharam suas lembranças do segundo ciclo da borracha,
na década de 40.
Mãe e filho, Arlete Souza Lima e Dermeson Souza, somente
encontraram os familiares maranhenses há poucos dias. Na vinda para os seringais
acreanos, em 40, alguns dos parentes ficaram no Maranhão e em outros
estados, enquanto apenas o pai de Arlete fincou residência no Acre.
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| Irmãs ficaram encantadas com casa do seringueiro |
Pela primeira vez no estado, os irmãos Maria Edite, Antônia
Lima, José Afonso e Isabel Lima, todos comerciantes maranhenses, puderam saber
sobre os tios, avós, que vieram trabalhar com a extração do látex.
“Para que eles pudessem visualizar melhor todas as histórias
que contamos é que resolvemos, eu e meu filho, trazê-los na Biblioteca da
Floresta”, diz Arlete. “Nós nem imaginávamos como eles viveram, a luta e as
dificuldades que tiveram. Esse é o primeiro contato com essa história”, frisou
a maranhense Isabel Lima.
(Da Assessoria)